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	<title>Arquivos poesia - Pedro Assun</title>
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	<description>Redator - Roteirista - Escritor</description>
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	<title>Arquivos poesia - Pedro Assun</title>
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		<title>O que restou de nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[geracao Y]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O retrato de uma geração que está há 2 views do paraíso da desilusão. Somos a penúltima geração do alfabeto.Os primeiros a presenciar a esperança da internet de perto.Nosso aprendizado cresceu na mesma velocidade que nossa ansiedade. Dizem que escolhas definem nossa identidade,mas expectativas e arrependimentos nos sussurram em cada encruzilhada.Por querer tudo, acabamos com ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><span style="font-size: 32px;"><strong><span style="font-family: fonte-pedro;">O retrato de uma geração que está há 2 views do paraíso da desilusão.</span></strong></span></p>



<p><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;"><span id="more-2864"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Somos a penúltima geração do alfabeto.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Os primeiros a presenciar a esperança da internet de perto.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nosso aprendizado cresceu na mesma velocidade que nossa ansiedade.</span></p>
<p><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Dizem que escolhas definem nossa identidade,</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas expectativas e arrependimentos nos sussurram em cada encruzilhada.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Por querer tudo, acabamos com nada.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Temos a história do <span class="ILfuVd"><span class="hgKElc">espaço-tempo </span></span>diante das nossas mãos,</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas nos tornamos supernovas em rota de colisão.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Hoje, vemos o mundo através de barras cromadas e janelas sem vento.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">E linhas de prazeres sortidos são a fuga dos micro-tédios que nos atormentam por dentro.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Gravamos &#8220;as mentiras recebidas do dia&#8221; para alimentar as certezas</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">que, mais tarde, viram nossas doces sobremesas.</span><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Celas solitárias com seres solitários.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nosso tempo é uma masturbação digital</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">onde homenageamos os sofrimentos diários.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Escrevemos cartas de amor em salas de espelhos artificiais.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Procuramos psicólogos, psiquiatras, mas aceitamos mesmo conselhos de profetas de promessas capitais.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nossa sinfonia de emoções foi reduzida a um som só: o click do like.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">A harmonização intelectual é o novo hype.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Cantamos em um só coro de opiniões extremas onde o maestro é a intolerância seguindo partituras de ignorância.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Confundimos nossos discursos com o canto do sabiá sabido</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">e o espalhamos aos prantos aos cantos para sermos ouvidos.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Menos onde mais importa: a rua.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Na presença da lua, levantamos hashtags de assuntos enterrados</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas sob o sol, não levantamos do sofá onde estamos enraizados.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Somos narciso procurando uma alma gêmea e Ed Gein escrevendo poesias.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Enquanto as inspirações estão expostas como troféus nas residências vazias.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nos apaixonamos pelo passado que nos entrega rosas postiças</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">sem saber que a saudade é uma areia movediça:&nbsp;</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">quanto mais revirar, mais vai se afundar</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nosso afeto se dividiu entre abraços reais e virtuais</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">até não sabermos diferenciá-los mais.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Aplicativos nos fizeram perceber que Delivery entrega até cocaína</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas não autoestima.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Vivemos de luto pelos amores e ídolos que assassinamos,</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas sem choro. Assim</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">não danificamos o touchscreen.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">As provas do crime estão cicatrizadas na nossa pele com caneta preta.<br><br></span></p>
<p><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Gritamos felicidades, para não ouvirmos nossas inseguranças,&nbsp;</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Mas não adianta&nbsp;</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Não se sentem mais sentimentos trocados.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Assim como somos vistos e ignorados, ignoramos.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Vivemos um cemitério de sentimentos enterrados</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">pintado em um quadro de rococó.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">E suplicamos,</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">pra que as musas gregas falem por nós</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Conectados às tomadas. Desconectados da realidade da situação.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Tão automáticas quanto as câmeras é nossa percepção.</span></p>
<p><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Saímos a noite para encontrarmos ilusões e a solidão.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Transarmos com elas embaixo de lençóis transparentes.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Festejamos com entorpecentes e bebidas</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">para engolirmos nossas almas feridas.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Pois preferimos as dores de cabeça às do coração.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Para a ressaca, pílulas de notificação, de automedicação.</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Nossas fotos têm filtros, nossas palavras não.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Ideias distorcidas e belezas escondidas.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Olhos armados contra um mundo que conquistamos</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">mas não sabemos em que lugar nos encaixamos</span><br><br><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">A cada madrugada, ouvem-se sussurros silenciosamente.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">somos nós rezando para estrelas decadentes.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">E ainda assim, deixaremos um legado eternizado.</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">Serão lindas e até grandiosas histórias</span><br><span style="font-size: 30px; font-family: fonte-pedro;">que só vão durar 24 horas.</span></p>






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		<title>Ressaca</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/poema/ressaca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 17:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No espetáculo da vida, os amigos e a plateia até se misturam, mas não são a mesma coisa. Verso como antigamentecom tinta vermelha pura, com textura de hip hop com jazz.Percorre, escorredas linhas da gente. Tem ente que não lê.As letras ansiosas de primeiro beijoa caneta embaçada de madrugadasnem as aventuras (extra)ordináriasNão faz questãoafirmaçãopontuação. Descobri quem ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size"><span style="font-size: 32px; font-family: fonte-pedro;">No espetáculo da vida, os amigos e a plateia até se misturam, mas não são a mesma coisa.</span></p>



<p><span style="font-family: fonte-pedro;"><span id="more-2665"></span><span style="font-size: 30px;">Verso como antigamente</span></span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">com tinta vermelha pura, </span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">com textura de hip hop com jazz.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Percorre, escorre</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">das linhas da gente.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Tem ente que não lê.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">As letras ansiosas de primeiro beijo</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">a caneta embaçada de madrugadas</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">nem as aventuras (extra)ordinárias</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Não faz questão</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">afirmação</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">pontuação.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Descobri quem bem me quer só</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">como plateia de autoestima só</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">como puta de risadas.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Quanto vale o show de piadas?</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Quanto tempo vale sua presença, ausência?</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Eu só senti </span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">quando a cortina foi fechada. Eu só</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">ouvi silêncios de tanto faz</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">de amigos a (des)conhecidos a distância.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Tantas poderiam ter sido.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Adeus sem partida.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Poesia sem batida.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Olhos salgados. Saudade?</span><br /><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Insônia e ressaca tem o mesmo amante,</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">mas não use seu nome em vão.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">ele já foi muito desvalorizado pela repetição.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Luto que não se apaga, escreve-se.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">No precipício dos desejos capitais,</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">sussurram pra eu dar um passo a mais</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">e depois gritam que arrisco demais.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Risco cin-za </span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">para quem já foi fogo de madrugada,</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">mas também encontrei quem é corda.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Pedro, acorda, me escuta</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">você cria projetos, não desculpas.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Lute pelas palavras que você ama dizer</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">mas lembre-se, elas também devem ser ditas pra você.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Nos afinais</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">valorizar-te a ti mesmo</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">foi desligar os aparelhos de relações terminais</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">porque minhas conversas eram esquizofrenias.</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Foi botar fogo em portos de felicidades</span><br /><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">vazias, para navegar em novas linhas.</span></p>
<p><span style="font-family: fonte-pedro; font-size: 30px;">Sintonias.</span></p>
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		<title>Sei lá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 23:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rimas]]></category>
		<category><![CDATA[samurai]]></category>
		<category><![CDATA[tedio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não nasci com nenhum talento especial, mas também não&#160;me tornei um cara normal sempre vivi, através e pelas palavras. Elas são como as espadas dos antigos samurais, carregam meus ideais e o meu espírito; são como as asas das aves; as chaves&#160;da liberdade e quando eu estou cansado desse inferno de mundo me interno ...</p>
<p>O post <a href="https://pedroassun.com.br/sem-categoria/857/">Sei lá</a> apareceu primeiro em <a href="https://pedroassun.com.br">Pedro Assun</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não nasci<br />
com nenhum talento especial,<br />
mas também não&nbsp;me tornei um cara normal</p>
<p><span id="more-857"></span>sempre vivi,<br />
através e pelas palavras.</p>
<p>Elas são<br />
como as espadas dos antigos samurais,<br />
carregam meus ideais e o meu espírito;<br />
são como as asas das aves;<br />
as chaves&nbsp;da liberdade<br />
e quando eu estou cansado<br />
desse inferno de mundo<br />
me interno<br />
em músicas, versos, rimas&#8230;<br />
sintonia com minha loucura e seus tormentos<br />
é como um tratamento<br />
que a medicina<br />
nunca vai entender:<br />
o poder de escrever.<br />
Cada palavra escrita<br />
tem uma vida escondida,<br />
a minha vida!<br />
Pessoas<br />
lugares<br />
lembranças<br />
sentimentos,<br />
por trás de cada movimento<br />
que eu faço<br />
no eterno espaço<br />
do meu caderno.<br />
Sempre agradeci<br />
por ter uma mesa farta na minha frente<br />
mas é na rua<br />
onde eu realmente<br />
me sinto bem,<br />
festas e comemorações<br />
cheias de obrigações&nbsp;e roupas caras<br />
não se comparam<br />
às pessoas e suas&nbsp;marcas<br />
deixadas nas ruas.<br />
Não estou aqui<br />
pra impressionar ninguém<br />
talvez,<br />
me impressionar somente<br />
mostrar que eu posso ir além,<br />
eu não tenho 60 anos<br />
pra falar das milhões de experiências&nbsp;da minha vivência<br />
contudo meus 20 anos<br />
foram bem valorizados;<br />
cada passo dado,<br />
cada obstáculo ultrapassado<br />
é uma história pra ser contada.<br />
E pra um moleque<br />
mal humorado e calado<br />
que achava que rimas eram<br />
pra quem não sabia escrever,<br />
até que eu aprendi<br />
alguns segredos sobre viver.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pulsação</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/sem-categoria/pulsacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 01:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cabeça sem organização somente na pulsação sem ideias nem iguais nem repetidas, ida ao desconhecido. De vez em quando é bom estar perdido, criaturas com tantas culturas distintas. Não minta pra mim. Quantas vezes você já se sentiu assim? Seguindo o instinto? Esse um pouco de tudo, me deixa mudo quer dizer, na fala porque ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cabeça sem organização<br />
somente na pulsação<br />
sem ideias<br />
<span id="more-865"></span><span style="font-size: inherit;">nem iguais</span><br />
nem repetidas,<br />
ida ao desconhecido.</p>
<p>De vez em quando<br />
é bom estar perdido,<br />
criaturas com tantas culturas distintas.<br />
Não minta pra mim.<br />
Quantas vezes você já se sentiu assim?<br />
Seguindo o instinto?<br />
Esse um pouco de tudo,<br />
me deixa mudo<br />
quer dizer,<br />
na fala<br />
porque minha escrita,<br />
raramente para.<br />
Não é droga.<br />
É minha ALMA, minha loucura.<br />
Algo,<br />
que está nas minhas estruturas.</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Movimento</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/sem-categoria/movimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 03:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[sozinho]]></category>
		<category><![CDATA[verso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, fiquei com a vontade de andar, correr, dirigir&#8230; de estar em movimento. Porque não aguento mais os lugares que frequento. Não há paz! Vontade de deixar tudo pra trás. Abandonar o tempo e as pessoas e suas preocupações. Andar só com um sentimento: LIBERDADE. Ou quem sabe, esquecer isso também. Seguir com alguém, seguir ...</p>
<p>O post <a href="https://pedroassun.com.br/sem-categoria/movimento/">Movimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://pedroassun.com.br">Pedro Assun</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje,<br />
fiquei com a vontade<br />
de andar, correr, dirigir&#8230;<br />
de estar em movimento.<br />
Porque não aguento mais<br />
os lugares que frequento.</p>
<p><span id="more-875"></span><br />
Não há paz!<br />
Vontade de deixar<br />
tudo pra trás.<br />
Abandonar<br />
o tempo e as pessoas<br />
e suas preocupações.<br />
Andar só com um sentimento:<br />
LIBERDADE.</p>
<p>Ou quem sabe,<br />
esquecer isso também.<br />
Seguir com alguém,<br />
seguir sozinho,<br />
seguindo outros,<br />
achando meu próprio caminho,<br />
não importa o jeito, o modo, o que levar&#8230;<br />
Nem mesmo a chegada.<br />
O que importa mesmo<br />
é a caminhada.</p>
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		<title>Danone filosofal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 03:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[danone]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[madrugada]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rima]]></category>
		<category><![CDATA[verso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No meio da madrugada acordo com fome, vou até a cozinha, pego um danone. Então penso que nesse imenso mundo no mesmo segundo que abro a geladeira têm pessoas dormindo na beira de uma calçada com fome também, mas que pra comer têm que fazer algo além do que ir para a cozinha da casa ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No meio da madrugada<br />
acordo com fome,<br />
vou até a cozinha,<br />
pego um danone.</p>
<p><span id="more-883"></span><br />
Então penso<br />
que nesse imenso mundo<br />
no mesmo segundo que abro a geladeira<br />
têm pessoas dormindo na beira de uma calçada<br />
com fome também,<br />
mas que pra comer<br />
têm que fazer algo além<br />
do que ir para a cozinha da casa onde mora<br />
ou ir de carro<br />
até a um restaurante 24 horas.<br />
Aí vai uma historinha:<br />
havia uma promoção<br />
em que a cada 10 latinhas juntadas<br />
você ganhava uma camiseta diferente.<br />
E eu querendo esse prêmio,<br />
pensei:<br />
&#8220;Não vou ficar bebendo 500 refrigerantes!<br />
Mais fácil pegar do lixo&#8221;<br />
No mesmo instante a vaidade falou mais alto<br />
e percebi o quanto é humilhante<br />
mexer no restante de comida dos outros<br />
Você já pensou nisso?<br />
Já pensou que tem gente que depende disso pra SOBREVIVER?<br />
Quando tem que vasculhar restos pra ficar vivo,<br />
não é permito vaidade, nojo, escolha&#8230;<br />
Uma vez<br />
eu vi um mendigo<br />
numa situação pior que a de um bicho<br />
pois ás vezes parava de vascular o lixo<br />
e gritava coisas<br />
que não chegavam a ser palavras<br />
talvez tentativas mal sucedidas.<br />
Pra mim,<br />
ele ficou assim<br />
porque passou anos como excluído, ignorado<br />
vivendo APENAS pra ter comida na barriga<br />
Ou pelo menos,<br />
a sensação de estar saciado;<br />
até que chegou a hora que não existia mais consciência<br />
apenas o instinto de sobrevivência.<br />
Lei da Sobrevivência,<br />
(a briga pra se manter vivo).<br />
Lei da Concorrência<br />
( geração de interesses, de dois ou mais indivíduos<br />
ou grupos que perseguem um mesmo objetivo).<br />
Coisas diferentes,definições diferentes<br />
que por algum motivo<br />
se tornaram iguais.<br />
&#8220;Quanto mais eu causar enterros<br />
mais eu vou subir no meu emprego&#8221;.<br />
Já dizia um sábio<br />
&#8220;a confiança é como um espelho.<br />
se você quebrar, pode consertar,<br />
mas você vai continuar a ver rachaduras nele!&#8221;<br />
E hoje em dia,<br />
é muito difícil confiar em alguém,<br />
até quem te ensinou a dizer amém<br />
quer te passar pra trás!<br />
&#8220;Isso é assalto&#8221;<br />
Opa!discurso errado<br />
&#8220;coloque as mãos pro alto<br />
e me de seu dinheiro<br />
que Deus vai te trazer paz&#8221;<br />
Então,<br />
bom ficar ligado<br />
porque próxima vez que você for assaltado<br />
pode ser com um objeto sagrado.</p>
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		<title>Essa é pra você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 03:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rimas]]></category>
		<category><![CDATA[tamojunto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já segurou aquela vontadede falar umas verdadespra algumas pessoas? Gente com falsidade,Gente que abusa da autoridadee acha que respeito se impõe&#8230;Mas por alguma razão,você sempre se seguroue até pensou&#8220;a vida vai ensinar esse vacilão&#8221;. Até que chega,aquele diaque você não deveria ter levantadoque tudo dá errado.Você não sabe por queo mundo inteiro está contra ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já segurou aquela vontade<br>de falar umas verdades<br>pra algumas pessoas?</p>
<p><span id="more-885"></span><br>Gente com falsidade,<br>Gente que abusa da autoridade<br>e acha que respeito se impõe&#8230;<br>Mas por alguma razão,<br>você sempre se segurou<br>e até pensou<br>&#8220;a vida vai ensinar esse vacilão&#8221;.</p>
<p>Até que chega,<br>aquele dia<br>que você não deveria ter levantado<br>que tudo dá errado.<br>Você não sabe por que<br>o mundo inteiro está contra você!</p>
<p>Mas dessa vez,<br>você responde na mesma intensidade<br>tipo, quando vem aquela pessoa cheia de intimidade<br>&#8220;Pedrooo, me conta seus segredos?<br>Faz isso, isso, isso e isso<br>POR mim!&#8221;<br>&#8220;Vai se fude. Você não significa nada pra mim!&#8221;<br>E tudo o que você quer,<br>é voltar pra casa<br>e ficar de boa<br>ouvindo seu rapper, banda, cantor&#8230;<br>preferidos<br>ou encontrar aquele alguém<br>que com o olhar entende<br>o que você tem sentido.<br>Esse é o sentido de<br>irmandade<br>amizade<br>amor!</p>
<p>Porque você sabe<br>que aquela pessoa SEMPRE estará lá!<br>A qualquer momento,<br>para qualquer sentimento!<br>E essas rimas são um tributo,<br>pra você;<br>que sempre tem aqueles 5 minutos<br>pra qualquer assunto<br>&#8220;TAMO JUNTO&#8221;</p>

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		<title>Observação</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/sem-categoria/observacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 03:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>
		<category><![CDATA[papel]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rimas]]></category>
		<category><![CDATA[versos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem pensamentos concretos começo os versos, céu azul, sol poente, vento cortando a mente. Frente, não a uma vontade, mas uma necessidade do rimador de pôr o lápis no papel. Acordo estabelecido o lápis vai marcar o que o olho fotografar. Sorriso indica o cumprimento relacionamento de pouco tempo?ou velho? fica o mistério. Cansaço disfarçado ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem pensamentos concretos<br />
começo os versos,<br />
céu azul,<br />
sol poente,<br />
vento cortando a mente.</p>
<p><span id="more-890"></span><br />
Frente,<br />
não a uma vontade,<br />
mas uma necessidade<br />
do rimador<br />
de pôr<br />
o lápis no papel.<br />
Acordo estabelecido<br />
o lápis vai marcar<br />
o que o olho fotografar.<br />
Sorriso indica o cumprimento<br />
relacionamento de pouco tempo?ou velho?<br />
fica o mistério.<br />
Cansaço disfarçado<br />
e outros bem demonstrados.<br />
A conversa é um desabafo<br />
enquanto os passos são dados<br />
para todos os lados.<br />
Poesia para os ouvidos.<br />
O desejo do coração é contido.<br />
A que velocidade o dia passa<br />
para cada elemento da sociedade?<br />
tempo é uma coisa confusa<br />
abusa da distração<br />
Falando nisso,<br />
tá na hora do meu compromisso.</p>
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		<title>Testamento</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/sem-categoria/testamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 03:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[memorias]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rima]]></category>
		<category><![CDATA[testamento]]></category>
		<category><![CDATA[verso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se hoje você fosse morrer e tivesse últimas palavras a escrever. Quais elas seriam? Quando os caminhos de uma vida não vão mais existir é difícil encontrar alguém que fique completamente em paz. Acho que poucas palavras restariam mas as verdades delas se multiplicariam. Eu escreveria que meus únicos arrependimentos não são dos momentos vividos ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se hoje você fosse morrer<br />
e tivesse últimas palavras a escrever.<br />
Quais elas seriam?</p>
<p><span id="more-892"></span><br />
Quando os caminhos de uma vida<br />
não vão mais existir<br />
é difícil encontrar alguém<br />
que fique completamente em paz.<br />
Acho que poucas palavras restariam<br />
mas as verdades delas se multiplicariam.<br />
Eu escreveria que meus únicos arrependimentos<br />
não são dos momentos vividos<br />
mas dos desejos<br />
adiados,enrolados,calados,esquecidos.<br />
Alguns nomes também seriam lembrados.<br />
Pessoas cuja existência e opiniões<br />
fizeram a diferença.<br />
Para algumas delas,<br />
por mais belas que sejam as palavras<br />
elas jamais representariam fielmente<br />
o que meu coração sente.<br />
Para aqueles que confiei a minha vida<br />
deixarei meus medos e segredos.<br />
Pediria para não chorarem pelo meu nome<br />
pois não sou o tipo de homem<br />
que gosta de ver quem ama<br />
em mau estado.<br />
E não é com tristeza<br />
que quero ser lembrado.<br />
E para terminar<br />
colocaria no papel<br />
que não importa o lugar<br />
céu ou inferno.<br />
Pra onde quer que eu vá<br />
sempre cuidarei<br />
de quem até diante da morte<br />
no coração levei.</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Improviso</title>
		<link>https://pedroassun.com.br/sem-categoria/improviso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Assun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 03:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[evolucao]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[rimas]]></category>
		<category><![CDATA[verso]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já acordou feliz, na paz, de boa com o mundo? &#8220;não vou me preocupar com os problemas banais e nem com os mais sérios&#8221;. Felicidade é um mistério. Aparece na surpresa e do nada parece que a vida é uma beleza e mesmo que você saiba que não é 100% verdade deixa o sentimento ...</p>
<p>O post <a href="https://pedroassun.com.br/sem-categoria/improviso/">Improviso</a> apareceu primeiro em <a href="https://pedroassun.com.br">Pedro Assun</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já acordou feliz, na paz,<br />
de boa com o mundo?<br />
&#8220;não vou me preocupar com os problemas banais<br />
e nem com os mais sérios&#8221;.<br />
Felicidade é um mistério.</p>
<p><span id="more-898"></span><br />
Aparece na surpresa<br />
e do nada<br />
parece que a vida é uma beleza<br />
e mesmo que você saiba que não é 100% verdade<br />
deixa o sentimento fluir o resto da tarde.<br />
Tipo quando você era criança<br />
e tinha esperança que seus heróis iam aparecer<br />
e te levar para aventuras<br />
que você nunca mais ia esquecer.<br />
É por esses dias que se vale a pena<br />
permanecer vivo.<br />
Porque às vezes<br />
parece que a vida<br />
não faz sentido nenhum.<br />
Se você já pensou assim,<br />
tranquilidade,<br />
você é só mais um.<br />
Mas a cada novo espaço<br />
uma nova visão,<br />
um novo traço<br />
uma nova rima<br />
uma nova lição<br />
e o resultado disso<br />
EVOLUÇÃO<br />
do improviso<br />
que é estar vivo.</p>
<p>O post <a href="https://pedroassun.com.br/sem-categoria/improviso/">Improviso</a> apareceu primeiro em <a href="https://pedroassun.com.br">Pedro Assun</a>.</p>
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